Não sou nada, eu bem sei, um pequeno grão de areia em tuas mãos, barco a vela que se abandona e segue o rumo
Aos poucos um pouco_____Não é sobre mim, é sobre tudo que eu acho bonito, que possa valer a pena ser admirado
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Expectativas, planos, sonhos...
Por vezes a frustração quer tomar conta...
Absorta em conjecturas rasas, deixei a água
escorrer pelo corpo, o calor envolvendo a pele
Pensamentos me conduzindo,
Um amontoado deles,
Confusos
Desconexos, insanos
Sentimentos diversos, sei o porque deles...
Porém assim prefiro deixar subentendido...
Pensando, sonhando...imaginando, questionando...
Conclusão...
Hoje, bastava-me teu colo, eu olhar...
Adoraria estar menininha pra você me cuidar
Trechos de um poema
de G. Salles
sábado, 27 de novembro de 2010
"Como uma ideia que existe na cabeça
e não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então!
...Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer,
o que eu ganho e o que perco, ninguém precisa saber..."
Tem coisas que as vezes eu não entendo..., Ah, mas talvez nem seja tão necessário
entender e sim, sentir! E eu não me privo muito de sentimentos, se a gente não sente
acaba por não provar o sabor ( que pode ser doce ou muitas vezes amargo )
As vezes eu penso que sou movida a eles, rs
Que dentro de mim existe várias "janelinhas" que abrem e fecham na hora certa,
outras vezes ficam entre-abertas (batendo, ou não), deixando o vento que é amigo do tempo cuidar de aquietá-las...
Mas fazer bagunça onde não deve, eu não deixo não!
Eu prefiro que seja, Apenas mais uma de amor
K
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Então...!
Arrisque mais!
Ame mais!
Toque mais!
Dance mais!
Mergulhe mais fundo!
No suco da vida!
No fogo da coragem!
No vento da alegria!
Na dança da amizade!
Ame!
Grite!
Exponha-se!
Dê palpite!
Cometa erros! e aprenda deles…
Infeccione-se por este vírus vital: VIVA A VIDA!
Renascemos todos os dias
Como borboleta
De perfeito casulo.
O relógio da existência
Faz a esperança plácida e frugal,Nas marés do mundo
Rolar como pedras sem rumo.
Sou caleidoscópica
Holocausto de ternura
Encontros desmarcados
Transição...
Com os percalços do caminhar
Vou deixando que o tempo sufoque a dor da saudade
Que existe dentro de mim
Porque a saudade
Vai ser saudade – SEMPRE!
Como borboleta
O relógio da existência
Faz a esperança plácida e frugal,
Rolar como pedras sem rumo.
Sou caleidoscópica
Holocausto de ternura
Encontros desmarcados
Transição...
Com os percalços do caminhar
Vou deixando que o tempo s
Que existe dentro de mim
Porque a saudade
Vai ser saudade – SEMPRE!
Ternura
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras
dos véus da alma...
É um sossego, uma unção,
um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta,
muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite
encontrem sem fatalidade
o olhar estático da aurora.
Vinícius de Moraes
Embora o meu amor
seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentando
Pela graça indizível
dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura
dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer
que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas
nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras
dos véus da alma...
É um sossego, uma unção,
um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta,
muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite
encontrem sem fatalidade
o olhar estático da aurora.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
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